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O antagonismo como força para debate e reflexão

1 de junho de 2018

Como o tema do VII Fliaraxá é Alma, Leitura e Revolução, pelo menos dois autores confirmados sintetizam o antagonismo presente nele. Se Monja Coen é alma, Leonardo Boff representa revolução.

O sofrimento é opcional (Bella Editora, 2017) é o nome do livro mais recente de Monja Coen. Ela participa conosco da abertura do Fliaraxá no dia 27 de junho, às 20h30. Vai falar sobre o tema O inferno somos nós: do ódio à cultura de paz, que tem tudo a ver com o que ela prega.

Nascida em 1947, em São Paulo, Monja Coen é autora de seis livros. Fundou a Comunidade Zen Budista e se tornou a primeira mulher e primeira monja de ascendência não-japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil. Costuma compartilhar todo seu conhecimento de forma serena e acessível.

Esta também é uma característica do teólogo e escritor Leonardo Boff. O lançamento mais recente dele é O Livro dos Elogios – O significado do insignificante (PAULUS Editora, 2017). Tem mais de 100 livros publicados. Vai participar com Eugênio Bucci da mesa A esperança é hoje a virtude mais urgente e necessária, marcada para o dia 28 de junho, 16h30.

Boff também vai participar do Mastigando Autores. A iniciativa inédita do Fliaraxá terá autores e leitores frente a frente para uma conversa livre. Os interessados devem retirar os ingressos gratuitamente aqui.

Monja Coen no Fliaraxá
27/06 – 20h30 – O inferno somos nós: do ódio à cultura de paz

Leonardo Boff no Fliaraxá
28/06 – 16h30 – A esperança é hoje a virtude mais urgente e necessária

 

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