Festival 5L, em Lisboa, celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa, com a participação de Afonso Borges, curador do Fliaraxá

30 de abril de 2020

Na próxima terça-feira, dia 5 de maio, vai ser comemorado, pela primeira vez, o Dia Mundial da Língua Portuguesa, data promulgada pela Unesco, em assembleia geral realizada em novembro de 2019. A língua portuguesa é a mais falada no hemisfério sul, por um contingente de cerca de 260 milhões de pessoas.

Em função desta efeméride, a Câmara Municipal de Lisboa vai realizar o primeiro Festival Internacional de Literatura e Língua Portuguesa, em Lisboa, o Lisboa 5L. Os cinco “eles” referem-se à língua, a literatura, os livros, as livrarias e a leitura. A ideia do diretor artístico e curador, o português José Pinho, era realizar um evento presencial, mas devido a pandemia do Convid-19, a primeira versão será on line e contará com autores e personalidades ligadas ao universo literário, em língua portuguesa. Do Brasil, vão participar o curador e fundador do Fliaraxá, Afonso Borges e o escritor Antonio Prata. O público poderá acessar todas as informações no site https://lisboa5l.pt

 

Afonso Borges que é, também curador do Sempre um Papo e do Mondolivro, vai fazer a mediação da mesa “Literatura de Reconstrução”, tema que surgiu a partir da fase de isolamento e falará sobre o papel da literatura e da edição em tempos de pós-calamidade, pós-coronavírus. Vão participar do debate virtual os escritores Luís Cardoso de Noronha, do Timor-Leste; Mbate Pedro, de Moçambique; Ondjaki, de Angola e as escritoras Dulce Maria Cardoso e Isabela Figueiredo, de Portugal.

 

Anotem: será no dia 5, terça-feira, 13h30 (horário do Brasil), nas redes do Lisboa5L e nas plataformas do Fliaraxá, Sempre um Papo e Mondolivro.

 

A outra mesa, “Viagens da Língua Portuguesa”, com mediação de Isabel Lucas – Portugal, e a participação do escritores Ana Margarida de Carvalho – Portugal -, do brasileiro Antonio Prata, de Flaviano Mindela dos Santos – Guiné-Bissau -, de Germano Almeida – Cabo Verde -, de José Eduardo Agualusa – Angola e Olinda Beja – São Tomé e Príncipe. Juntos, eles falam sobre a importância do reconhecimento conferido à língua portuguesa por parte da Unesco.

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